Ferrovia de Integração Oeste Leste

EF-334 – Ferrovia de Integração Oeste Leste

Trecho Ilhéus/BA–Caetité/BA–Barreiras/BA–Figueirópolis/TO

mapa

A Ferrovia de Integração Oeste Leste-FIOL, com 1.527 km de extensão, estabelecerá à comunicação entre o porto em Ilhéus e as cidades baianas de Caetité e Barreiras a Figueirópolis, no Tocantins, ponto de interligação dessa ferrovia com a FNS.

Objetivos

  • Estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância;
  • Favorecer a multimodalidade;
  • Interligar a malha ferroviária brasileira;
  • Propor nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração por meio do terminal portuário de Ilhéus/BA; e
  • Incentivar investimentos, para incrementará a produção e induzir a processos produtivos modernos.

Benefícios

  • Reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados aos mercados internos e externos;
  • Aumentar a produção agroindustrial da região, motivada por melhores condições de acesso aos mercados nacional e internacional;
  • Interligar os estados de Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia aos portos de Ilhéus/BA e Itaqui/MA, o que proporcionará melhor desempenho econômico de toda a malha ferroviária;
  • Incentivar os investimentos, a modernização e a produção;
  • Melhorar a renda e a distribuição da riqueza nacional.

Estados e municípios influenciados diretamente pela ferrovia

estados

Diagrama Unifilar da ferrovia de Integração Oeste Leste – FIOL

ferrovia

Marco Cardoso

É sabido por todos que vimos enfrentando, ao longo dos últimos anos, um cenário complexo e de incertezas, no que tange aos rumos da economia do país, em especial ao nosso ramo de atuação. Porém, para enfrentarmos momentos desafiadores como os que vemos atualmente, consideramos necessário estar cercados de parceiros comprometidos, com foco comum, a fim de vencermos tais dificuldades. Temos na Augusto Sampaio Representações um parceiro sempre preocupado e envolvido com as nossas necessidades, sempre alerta e propondo alternativas, visando tornar a caminhada menos difícil, em um mercado extremamente competitivo e em constante transformação. Ao longo dos nossos quatro anos de operação, nós, da Megaferro, temos a satisfação de poder ter contado com o profissionalismo e o envolvimento da Augusto Sampaio Representações, assim como esperamos continuar contando ao longo da nossa caminhada

Nova parceria no setor de construção

Estendendo seu propósito de atendimento altamente qualificado aos setores de construção civil, indústria e agropecuária, a Augusto Sampaio agora também representa a Votorantim Cimentos, uma das maiores empresas na indústria de materiais de construção do mundo, que opera em mais de 12 países dos cinco continentes e tem uma capacidade instalada de produção de cimento de 54,5 milhões de toneladas por ano e receita de 12,9 bilhões em 2014.

Com mais de 16 mil funcionários, a Votorantim Cimentos tem 34 fábricas de cimento, 22 moagens, 322 centrais de concreto, 86 instalações de agregados e 9 unidades de argamassa, além de se preocupar com questões ambientais e de responsabilidade social. Ela elimina, de forma econômica, eficiente e ambientalmente correta, resíduos industriais nos fornos de cimento e desenvolve diversos programas de longo prazo voltados à educação profissional e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Mais uma parceria de resultados concretos entre a Augusto Sampaio e suas representadas.

Comunicação garante mais segurança

A Elevadores Otis está lançando no Brasil o sistema REM 6.0, a nova versão do seu sistema de monitoramento remoto de elevadores, que já soma mais de meio milhão de dispositivos instalados no mundo todo.

Para oferecer a todos os usuários e administradores de edifícios uma experiência mais confiável, o sistema REM monitora o desempenho de elevadores de forma remota, 24 horas por dia. Se ele detectar um potencial problema, diagnosticará a causa e a localização e realizará automaticamente uma chamada para o Centro de Atendimento ao Cliente da Otis. Um técnico da empresa será enviado quando necessário.

Essa nova versão inclui um aumento no número de sensores de dados e um upgrade do modem REM 6.0 para detectar irregularidades de forma proativa e ainda mais rápido. Esse melhor tempo de resposta maximiza o tempo de atividade dos elevadores.

“Na era da conectividade, a Otis está inovando mais uma vez ao possibilitar uma comunicação direta entre o elevador e o nosso Centro de Atendimento ao Cliente, o que geralmente nos permite antecipar, identificar e solucionar irregularidades antes que elas interrompam a operação,” disse Fernando Peiter, diretor de Vendas e Marketing da Otis Brasil. “É uma enorme satisfação oferecer aos nossos clientes uma nova geração de soluções de serviços, onde tecnologia, conforto e segurança convergem para proporcionar uma melhor experiência para nossos clientes”.

O sistema REM identifica os incidentes de manutenção mais comuns antes que eles interrompam a operação. Detecta os componentes deteriorados e as anormalidades intermitentes que talvez não sejam identificados até causarem solicitações de serviços de manutenção.

Como o monitoramento REM é realizado on-line, as equipes de serviço podem detectar, reportar e solucionar as irregularidades intermitentes e outras situações sem que os usuários percebam.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/services/03/03/2016/otis-brasil-lanca-nova-versao-do-sistema-de-nonitoramento-remoto-de-elevadores/

Bahia é 2º maior produtor de energia eólica do país

Três anos após pôr em funcionamento seu primeiro parque eólico, em Brotas de Macaúbas, no sudoeste do estado, a Bahia já ocupa o segundo lugar nacional na geração da energia pela força dos ventos. De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com produção de 463 megawatts, registrados em maio deste ano, a Bahia superou Ceará e Rio Grande do Sul, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte, estado pioneiro na geração de energia eólica no País.

Segundo os números da CCEE, o Rio Grande do Norte lidera, com a produção de 720 megawatts. Ceará e o Rio Grande do Sul ocupam o terceiro e quarto lugares, com 380 e 328 megawatts, respectivamente. Com o atual ritmo de crescimento, a previsão é que os ventos se tornem a maior fonte da matriz energética da Bahia em 2021.

A Bahia tem 168 projetos de energia eólica espalhados em 21 municípios. Do total, 37 parques já estão operando, 31 em construção e os demais em fase de projeto e licenciamento ambiental. Os investimentos no setor estão na ordem de R$ 16 bilhões.

“É um resultado para se comemorar. Ultrapassamos o Ceará e o Rio Grande do Sul, que estão no setor há mais tempo e possuem parques com capacidade instalada maior que a nossa. A expectativa é de que a Bahia supere a marca de 1 GW [gigawatt] até meados do próximo ano”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda.

Crescimento

Hereda afirmou ainda que a Bahia já dispõe de um parque de componentes completo, fabricando de torres a aerogeradores. “Esses equipamentos são fabricados por empresas do porte da Alstom, Gamesa, Acciona, Torrebras e TEN. A Tecsis, fabricante de pás, entra em funcionamento no próximo ano, completando a cadeia de componentes eólicos”.

Em maio, as usinas eólicas brasileiras produziram 176% a mais de energia na comparação com o mesmo período de 2014. Este ano já foram gerados 2,03 GW, enquanto o montante do ano passado ficou em 0,73 GW. A capacidade instalada da fonte no Brasil chegou a 6,2 gigawatts. O resultado representa crescimento de 78% em relação ao ano passado, quando a capacidade era de 3,5 GW.

Fonte: Bahia 247

http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/189291/Bahia-%C3%A9-2%C2%BA-maior-produtor-de-energia-e%C3%B3lica-do-Pa%C3%ADs.htm